A crescente dificuldade de ir e vir de um ponto a outro já afeta cidadãos de todas as faixas de renda e categorias profissionais, além de diversos segmentos de mercado. O paulistano perde, em media, o equivalente a 40 dias por ano parado no transito,segundo levantamento da Rede Nossa São Paulo. O resultado é um desperdício anual que, em 2022, deve chegar a um total de R$ 160 bilhões,segundo o Sistema Firjan,considerando apenas as regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro.
Não existem duvidas, para a importância da integração entre poder público, sociedade e empresas na busca por alternativas capazes de melhorar a qualidade de vida das pessoas e o desempenho econômico do País, conduzindo todos nós a um lugar melhor.
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Fonte:McKinsey&Company
Um dos grandes desafios de qualquer grande cidade é a mobilidade urbana. Garantir que as pessoas consigam exercer o direito de ir e vir com eficiência e comodidade. Oferecer opções de deslocamento a milhões de pessoas diariamente não é uma tarefa simples. O caminho para resolver essa equação é pensar em cidades cada vez mais compartilhadas, nas quais ônibus, carros, bicicletas, metrôs, trens, bicicletas e pedestres possam dividir o mesmo espaço de forma harmoniosa, e em cidades cada vez mais inteligentemente integradas.
A criação de um sistema de transporte urbano mais sustentável e eficiente exige completaridade entre os diferentes modais de transporte e soluções tecnológicas aplicadas. As cidades precisam ser mais inteligentes( smart cities).
Câmeras, sensores e acesso à internet tornarão as cidades mais eficientes, e os trajetos mais rápidos e sustentáveis. Smartphones,relógios com acesso a internet,carros com computador de bordo,ônibus e trens com sensores são algumas das aplicações visíveis da internet das coisas pode fazer nos próximos anos.
Proximidade:
Quadras reúnem espaços de trabalho, comercio e moradia, mapeados para os cidadãos. Isso reduz a necessidade e incentiva percursos a pé, de bicicleta ou de scooters. Redes de compartilhamento de bicicletas,automóveis e scooters intensificam as opções de deslocamento,oferecendo dados em tempo real aos usuários.
Tarifas dinâmicas:
Pedágio, preços de estacionamentos e taxas de congestionamento são fixados conforme a demanda,o horário e a ocupação dos veículos.
Ciclovias:
Planejadas a partir da demanda, em espaços apartados dos carros, oferecem maior segurança e encorajam novos ciclistas.
Inteligência artificial:
Veículos autônomos interagem com outros veículos, semáforos e pedestres (freado, por exemplo) em rotas que independem da presença de motorista.
Eficiência:
Veículos médios, capazes de transportar de 5 a 16 passageiros, são mais flexíveis do que os ônibus, criando trajetos a partir da solicitação dos usuários.
Ônibus, metrô e trens:
Dotados de sensores, ajustam itinerários e frequência a partir dos dados coletados e também alertam sobre a necessidade de manutenção.
Câmeras:
Conectadas à internet, elas permitem monitoramento em tempo real e acionamento de serviços e equipes de emergência.
Drones:
Auxiliam na fiscalização e manutenção de estruturas e equipamentos, alertando sobre a necessidade de intervenção.
Aplicação de soluções tecnológicas para obtenção de serviços e infraestruturas mais eficientes.
Baseada em seis pilares:
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